terça-feira, 18 de maio de 2010

silêncio

Hoje faço aproximadamente um mês de silêncio, e apesar da chuva pedir minha voz, tentando assoprar promessas de uma nova velha chance de seguir, desacreditado, pareço andar sem alvo. Estou entre a redução de danos e a esperança. Mudar é um esforço hercúleo que envolve se soltar dos próprios braços, se desenroscar de si. Me encontro brigando no quase sempre, entre o menejo das contingências e a vontade de esquecer e ir. Um dia eu volto.

7 comentários:

Dona ervilha disse...

Um dia, claro. Um dia a gente sempre acaba voltando. Como não?

Luciane Slomka disse...

Feliz aniversário de silêncio. Estou por perto, e tu sabe. Beijo!

Kenia Cris disse...

Você vai sempre fazer falta. Mas mora no silêncio enquanto pode. Só não perde a sua vida por ele. Beijo grande de quem te quer sempre muito bem.

[Camila...Bettim] disse...

O problema do silêncio é o lugar 'ferrolho' que ele pode ocupar na vida....por vezes até o silêncio é barulho...e grita mais alto do que qualquer um imagina....não preserve o silêncio...preserve-se.

marcelo disse...

Obrigado pelas mensagens lindas! Tentarei não preservar o silêncio, sim, às vezes grita muito alto.

Nádia Lopes disse...

O moço bonito, saudade de ti, faz falta de ler, mas tudo bem te espero...
beijoooo

Iara Ga Iañez disse...

Esses silêncios são desesperadores, porém, essenciais.
Iara